Iniciando com rails

Só de olhar para a sintaxe de Ruby, quem gosta de códigos elegantes se apaixona.

Eu não vou nem um pouco, tentar me passar por especialista, nem em Ruby, nem em Rails. O propósito aqui é documentar cada descoberta e cada criação com ambos durante meu aprendizado.

 

Vamos lá, porque eu deveria investir tempo para dominar uma nova linguagem?

A questão não é apenas o investimento de tempo, que não podemos dispensar, ele é valioso, mas acredito que se olharmos para os benefícios obtidos com a utilização de algo como rails, a balança tende a baixar para o lado de cá.

 

Sintaxe mais clara e simples

No início deste ano, falou-se em crianças a partir dos cinco anos de idade em escolas da Inglaterra estarem aprendendo linguagem de programação no ensino primário.

A grande sacada aí, é que já está mais do que claro que a informatização vai se tornar cada vez mais inerente a tudo. Talvez a competição seja o fator “carro chefe”.

Não vivemos mais a época onde códigos de programação só eram entendidos por quem os programavam. Grandes softwares foram desenvolvidos sob licenças totalmente públicas e livres. Vivemos a era da colaboração, onde diversos desenvolvedores expõe suas lógicas e descobertas.

Ruby é Semanticamente correto, rapidamente se entende o que se vê pela pela frente, muitas vezes intuitivamente se escreve um código que funciona sem tê-lo visto antes.

A defesa aqui com a simplicidade da linguagem não pode ofuscar o esclarecimentos sobre as  qualidades:

 

Tudo em Ruby é um objeto

Pra entender a frase: Tudo em Ruby é um objeto, basta ter em mente que Tudo em Ruby é um objeto.

Isso pode não parecer tão relevante para aquele que ainda pensa que existe a possibilidade de se trabalhar sem ser orientado a objeto, é claro que eu me refiro a projetos para atender essa louca demanda de “coisas”  que alguns clientes nem conseguem ainda enxergar o que realmente quer.

Projetos só perpetuam quando são bem desenvolvidos e criados com foco em atualizações e padrões sérios. Coso contrário, eles sobrevivem na Web durante algum tempo, até que seu mantenedor caia na real que a “coisa” não passa de um peso e ele ou deixa de lado ou manda “cortar”.

Pra finalizar, tratar objetos é muito mais simples que tratar banco de dados.

 

Agilidade

A possibilidade de ter uma aplicação realmente modulada se faz muito mais próxima para mim com rails do que com cake. Além de mesmo dentro da aplicação os objetos ficarem bem distintos, a possibilidade de trabalhar com as famosas Gems, que agora, neste momento que escrevo, exibe em seu site a existência de 64,726 gems, imagine uma ferramenta que pode ser usada quase como um plataforma para a criação de sistemas que funcionam como “camada base”, a internet.

O reaproveitamento de código fica claro sabendo da existência e funcionamento das Gems, parece que a criação de gems é uma ótima solução para funcionalidades completas e independentes compartilhadas entre sistemas.

 

Rails não é uma árvore de natal

Acho que uma grande dificuldade encontrada em projetos open source é o inchaço descontrolado. Projetos onde começam a surgir ideias onde satisfazem necessidades que não são inerentes a todos os projetos, onde algumas ficam esquecidas e olha que já vi caso de “um amigo meu” hehehe… desenvolver algo que tinha investido tempo no desenvolvimento da mesma funcionalidade.

A impressão que rails passa é que ele quer nele apenas o que é usado como base.

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